De
acordo com os pais dos estudantes, na semana passada um adolescente foi
esfaqueado na quadra da escola. O fato - mais o caso do colégio JK -
contribuíram para que as mães ficassem apreensivas com a segurança dos
filhos. "Tem que ter mais rigor, não podem deixar qualquer um entrar no
colégio. A gente confia a segurança dos nossos filhos e netos no
colégio, mas agora não sabe se eles chegam vivo em casa", desabafou a
avó de um aluno, Maria de Fátima Santana.
As
mães reclamam que falta policiamento próximo ao colégio e reclamam que o
muro é baixo, facilitando a entrada de pessoas não autorizadas. Segundo
as mães, a quadra da escola é utilizada por gangues.
Uma
das alunas pediu a transferência, pois está sob ameaça de uma
adolescente que não estuda no colégio. " A menina entrou na escola com
uma faca na mão e procurando a minha sobrinha, ela só não matou porque
não conseguiu encontrar a sala de aula", revelou a tia da aluna,
Jedileide Maria Viana, que também tem um filho estudando na escola.
De
acordo com a diretoria da escola, o esfaqueamento aconteceu fora da
escola e que o rapaz ferido pulou para dentro da escola. "Existe uma
briga de gangues na região e a escola fica no local de encontro desses
grupos, por isso às vezes acontece desses jovens fugindo de brigas
pularem o muro do colégio", afirmou o diretor Valdemir Silva Pinto. "Se
aumentar o muro representar mais segurança a reivindicação será bem
vista pela Secretaria", declarou.
Fonte: atalaiaagora
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